“Antigamente vivia-se mais os bombeiros do que agora”

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António Cadilhe Serra recebeu, no dia 2 de outubro, o Crachá de Ouro pelos seus 35 anos ao serviço dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Varzim, galardão atribuído pela Liga dos Bombeiros Portugueses. O MAIS/Semanário quis saber mais sobre o percurso do bombeiro condecorado

Na última terça-feira, pouco depois das 10 horas da manhã conversamos com António Cadilhe Serra, que pouco tempo antes tinha terminado o turno da noite nos Bombeiros da Póvoa. Ainda sem dormir, e aos 59 anos de idade, referiu que passou mais de metade da sua vida em rotinas como esta, durante os seus 35 anos ao serviço da corporação poveira.

Nascido e criado na Póvoa de Varzim, os bombeiros sempre fizeram parte da sua vida. “O meu pai era bombeiro, o meu irmão era bombeiro, e eu também optei por ser bombeiro. Não era muito o que eu queria, mas pronto”, afirma António Serra, que na altura sonhava ser jogador profissional de futebol. “Na altura tinha capacidade para tal, mas a vida não me proporcionou isso”.

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