CHEGA/Vila do Conde acusa presidente da Assembleia de ameaçar deputado 

0
1083

A concelhia de Vila do Conde do partido CHEGA acusou, num comunicado de imprensa enviado às redações na terça-feira, a presidente da Mesa da Assembleia Municipal de insultar e ameaçar o deputado Sérgio Gomes, na última sessão realizada na noite de segunda-feira. Até ao momento não houve reação da autarca ou do PS, partido pelo qual foi eleita.

Diz o CHEGA: “o início desses comportamentos autoritários começaram ironicamente, no dia da Liberdade, quando o Executivo do Partido Socialista, decidiu excluir as declarações de todos os movimentos políticos da oposição das comemorações oficiais do 25 de Abril, relegando-as para antes do início dos trabalhos da Assembleia Municipal de 29 de Abril”. 

E continua: durante a Assembleia, “e após o deputado do CHEGA ter advertido o Executivo para que fosse mais detalhado e transparente sempre que apresentasse algum pedido relacionado com a despesa pública, a presidente da Mesa, também do Partido Socialista, proferiu uma frase alarmante enquanto o nosso deputado se deslocava para o seu lugar: «Ai que vontade de lhe partir o focinho!»”, alegadamente. 

O momento descrito pelo CHEGA terá alegadamente acontecido às 2 horas e 40 minutos do vídeo da última Assembleia Municipal, disponível mais baixo. Para a concelhia, “os tiques de ditador apenas terminaram quando a sra. presidente da Mesa já no período depois da ordem do dia boicotou a intervenção de um munícipe que colocava duvidas relacionados com a elevação a Vila da freguesia de Árvore e sobre o PDM”. 

“A Concelhia de Vila do Conde tomará todas as medidas ao seu alcance para garantir que a sra. presidente da Mesa da Assembleia Municipal se retrate publicamente e apresente a sua demissão”, termina a nota de imprensa. 

No Facebook, a concelhia foi mais longe e afirmou: “não passam de ditadorzecos, sentem-se insultados quando lhes pedimos transparência nas contas? Ficam incomodados quando lhes exigimos que sejam rigorosos com o dinheiro do povo? – Tenham vergonha”.