Corrida às compras: venda de carne fresca subiu e desceu drasticamente

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“A mercadoria deve estar nos congeladores das famílias». O lamento é do administrador da empresa vila-condense Lourinho-Conservas de Carne, que fornece a talhos, restaurantes e grandes superfícies de todo o país.

À revista Tecno-Alimentar, Xavier Rodrigues explica que na semana que passou a venda de carne fresca baixou drasticamente, ao contrário da anterior, quando foi decretado o estado de emergência: “Nessa altura os pedidos aumentaram mais de 50% principalmente de carnes de frango, peru e da carne suína. Notou-se muita procura, porque toda a gente foi comprar para duas ou três semanas. Esta semana é ao contrário. Não se vende nada”.

O responsável acrescenta que “os talhos de rua pediram menos e a restauração está a fechar ou a vender menos por take-away”.