“Escola Superior de Turismo afirmou-se em cinco anos como referência nacional”

Na tomada de posse para novo mandato como presidente da Escola Superior de Hotelaria e Turismo (ESHT), Flávio Ferreira disse querer reforçar o estatuto da instituição enquanto “referência a nível nacional”. Com 900 estudantes matriculados, a escola tem as médias de entrada mais altas do país para cursos similares. Flávio Ferreira lamentou ainda que governo tenha reduzido o número de vagas.

A cerimónia foi na tarde de segunda-feira no Campus 2 do Politécnico do Porto em Vila do Conde. Flávio Ferreira começou por lembrar que a transformação da antiga ESEIG para esta escola “fez todo o sentido” pois, desta forma, o Politécnico do Porto tem no seu portefólio formativo cursos que contribuem para a qualificação dos profissionais. “Sobretudo na região norte, onde não existia nenhuma escola superior com nesta área, ou seja, estamos a ocupar um espaço que preenche essas necessidades”, apontou.

“A ESHT tem apenas cinco anos mas já se afirmou como uma referência a nível nacional. O que pretendemos é reforçar essa posição. Basta ver que a nossa escola regista as médias de entrada mais altas”.

Com 900 estudantes matriculados, estão preenchidas a totalidade das vagas. “No ano letivo que agora termina houve autorização por parte do governo para aumentar mas no próximo já temos de reduzir. Lamentamos isso porque temos capacidade para receber mais estudantes e o mercado precisa dessa mão de obra qualificada”.

O turismo foi particularmente afetado pela pandemia mas o presidente da ESHT já nota “uma viragem” e acredita que o setor “continuará a ser o motor da economia”, disse.

“O nosso trabalho no mandato anterior foi prejudicado pela pandemia porque estivemos um ano e meio com as atividades muito limitadas. Agora queremos retomar o que estávamos a fazer”.

As novas instalações, como laboratórios, cozinhas, restaurante ou bar, foram recentemente inauguradas pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, sendo espaços “adaptados para manter um ensino de qualidade”, concluiu.