Vereadores do PS sentem “dever cumprido” no final dos quatro anos de mandato

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O mandato de 2017-2021 está prestes a terminar, e é altura de fazer um balanço do que foram estes últimos quatro anos. Miguel Fernandes e José Milhazes, vereadores da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim eleitos pelo Partido Socialista, aproveitaram a reunião do executivo para “dar a conhecer aos poveiros e aos eleitores que votaram no PS o seu contributo”.

Os vereadores, aos quais não foi atribuído pelouro, destacam duas premissas que guiaram a sua atuação: “respeitar a vontade dos eleitores da Póvoa de Varzim” e “contribuir, dentro do possível para que algumas das suas propostas pudessem vir a ser acolhidas pelo executivo municipal”.

Durante estes quatro anos, algumas das propostas dos vereadores foram reprovadas pelo executivo municipal. Nesta categoria, caem “a abertura da marginal norte”, “o prolongamento do metro até Laúndos” e ainda “a criação de uma bolsa de terrenos que permitisse ao Município acolher empresas de valor acrescentado”.

No entanto, algumas foram aceites, tal como “a baixa das taxas sobre resíduos e saneamento”, “a colocação de postos de carregamento para automóveis elétricos” e “a internalização de serviços como a limpeza urbana”.

“Sentimos o dever cumprido”, afirmam, ao dizer que “servimos com lealdade e respeito as nossas funções (embora limitadas), durante este mandato difícil, fruto de uma pandemia que praticamente limitou em dois anos o ciclo de quatro anos”, declaram. “Nunca nos sentimos ‘oposição’ no sentido do termo, mas sim parte integrante de um projeto que tentamos servir o melhor possível”, até porque “acima dos partidos está a Póvoa de Varzim”.

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