A médica poveira, Margarida Mota Freitas, está a realizar parte do seu doutoramento na Harvard Medical School e no Boston Children’s Hospital, nos Estados Unidos da América, ao abrigo de uma bolsa Fulbright, uma das mais prestigiadas a nível internacional. Depois de dez anos de trabalho sobretudo no SNS, candidatou‑se à bolsa em janeiro de 2025, num processo longo e com várias fases eliminatórias.
O seu projeto incide na medicina regenerativa aplicada à reabilitação musculoesquelética, com foco na utilização de plasma rico em plaquetas (PRP) e proloterapia para tratar articulações instáveis e promover a cicatrização de ligamentos e tendões.
Margarida Mota Freitas permanecerá mais um ano letivo em Boston, mantendo depois colaboração com a equipa norte‑americana. Pretende regressar a Portugal no final desse período, dedicando‑se à investigação, à educação médica e à prática clínica parcial.
A médica explica que “esta experiência tem sido fundamental para a sua carreira”, permitindo‑lhe conhecer novas formas de organização hospitalar, receber mentoria estruturada e acompanhar casos raros.



