Capucho quer resposta imediata: “É um bom momento para dar um grito de revolta”

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Foto: Varzim SC

O Varzim recebe este sábado, 21 de março, o União de Santarém, no Estádio do Varzim Sport Club, em jogo da 7.ª jornada da fase de apuramento de campeão da Liga 3, última da primeira volta. A antevisão surge numa semana marcada pelo comunicado contundente da direção poveira sobre o VAR e num momento desportivo delicado, com a equipa a somar três jogos consecutivos sem vencer.

Na conferência de imprensa de antevisão, Nuno Capucho classificou o duelo como “a primeira final” das nove que restam e mostrou confiança na capacidade de resposta do grupo: “Gostei da prestação no último jogo. Entrámos mal, mas a equipa reagiu muito bem”. Sublinhou também que a derrota no Restelo já não pode ser alterada e que o foco está totalmente no próximo desafio.

O treinador destacou a qualidade do Santarém, alertando para uma equipa “forte em transições, tecnicamente evoluída no último terço e que normalmente marca golos”. Ainda assim, reforçou que o Varzim está preparado: “Tirando o jogo em Guimarães, não vi nenhuma equipa melhor do que nós. Queremos jogar para ganhar e estamos prontos para uma luta boa”, garantiu.

Capucho insistiu na necessidade de recuperar o ADN varzinista: “Temos de voltar a ser uma equipa solidária, agressiva, chata dentro do campo. Muito mais agressiva defensiva e ofensivamente. Se fizermos isso, podemos ser felizes”.

Sobre o clima externo e a polémica com o VAR, o treinador foi claro: “Se temos uma ferramenta que nos pode ajudar, é preciso utilizá‑la bem. Quando é mal usada, complica o futebol”. Ainda assim, garantiu que o foco da equipa está no relvado e terminou com uma mensagem de união: “É um bom momento para darmos o nosso grito de revolta. Só podemos lutar dentro do campo.”