
Os carteiros e distribuidores dos CTT na Península Ibérica percorreram, ao longo de 2025, um total de 3 111 475,5 quilómetros a pé. A distância corresponde a cerca de 78 voltas completas ao planeta Terra ou a oito viagens de ida à Lua e reflete o peso da distribuição pedonal na operação do grupo. Esta prática teve um contributo relevante para a redução das emissões de carbono, particularmente nos centros urbanos, onde a empresa tem vindo a priorizar soluções de mobilidade suave.
A aposta na mobilidade sustentável estendeu‑se à frota de última milha, que registou um aumento significativo de veículos com baixas emissões. No final do ano, mais de metade desta frota era composta por meios verdes, resultado do reforço da eletrificação e do investimento em novas infraestruturas de carregamento. Já no início de 2026, os CTT passaram a operar o seu primeiro veículo pesado totalmente elétrico.
Segundo a diretora de sustentabilidade dos CTT, Maria Rebelo, a estratégia de mobilidade verde da empresa baseia‑se numa abordagem integrada, que combina a distribuição pedonal, a adoção de veículos de baixa emissão e o reforço das infraestruturas de apoio. Estas medidas visam reduzir a pegada carbónica, melhorar a qualidade do ar nas cidades e assegurar soluções logísticas mais eficientes.
O plano de transição definido até 2030 prevê a continuidade do processo de eletrificação e o alargamento progressivo do número de centros de entrega com emissões reduzidas ou nulas.

