
Empresa da Póvoa de Varzim promove seminário nacional com especialistas da saúde pública e engenharia para reforçar qualidade, segurança e sustentabilidade nas piscinas públicas.
A segurança das piscinas públicas não é apenas uma questão técnica — é uma prioridade de saúde pública e proteção das famílias. Foi essa a mensagem central do Seminário Nacional sobre Sustentabilidade e Qualidade nas Piscinas Públicas, promovido pela Ambiave, empresa com sede na Póvoa de Varzim e atuação em todo o território nacional.
Com mais de três décadas de experiência em águas potáveis e na gestão integral de piscinas públicas e privadas, a Ambiave afirma-se como referência nacional e segurança, qualidade e inovação. A empresa reuniu especialistas da saúde pública, engenharia e sustentabilidade para analisar riscos, responsabilidades legais e desafios ambientais do setor.
Entre os oradores esteve o Dr. José Manuel Rocha Nogueira, da Direção-Geral da Saúde, que recordou o enquadramento legal aplicável às piscinas públicas, nomeadamente a Lei n.º 24/96, sublinhando que não podem ser prestados serviços que coloquem em risco a saúde e a segurança dos utilizadores.
Também o Eng.º Vitorino Beleza alertou para os perigos associados à ausência de controlo técnico rigoroso, destacando riscos físicos e microbiológicos quando não existe monitorização permanente e manutenção especializada.
O encontro, realizado na Escola Superior de Saúde do Porto, abordou ainda eficiência energética e hídrica, associando sustentabilidade ambiental à responsabilidade das entidades gestoras.
Reconhecida como empresa inovadora pela COTEC Portugal — distinção que a coloca de forma única no mercado nacional — a Ambiave reforça o seu papel como parceiro estratégico de municípios, escolas e entidades públicas e privadas.
Num país onde milhares de cidadãos utilizam piscinas públicas todas as semanas, a mensagem foi clara: a qualidade da água e a segurança das infraestruturas são matérias de responsabilidade pública e não admitem improviso.
A partir da Póvoa de Varzim, a Ambiave assume essa liderança técnica — com inovação, rigor e compromisso com a saúde de todos, reafirmando o papel central do setor no bem-estar das famílias portuguesas.
A sustentabilidade das piscinas públicas assume hoje um papel central na gestão destas infraestruturas, não apenas pela sua importância social e desportiva, mas também
pelo impacto significativo que podem ter no consumo de água, energia e produtos químicos. Neste contexto, a integração dos princípios da economia circular e da eficiência de recursos tornou-se uma prioridade nas orientações estratégicas definidas a nível nacional, nomeadamente através de resoluções do Conselho de Ministros que enquadram as políticas de sustentabilidade e transição energética.
Entre os instrumentos mais relevantes destaca-se o Plano de Ação para a Economia Circular em Portugal (PAEC), aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 190-A/2017, que promove a utilização eficiente de recursos, a redução de desperdícios e a valorização de processos sustentáveis. Estas orientações aplicam-se diretamente à gestão das piscinas públicas, incentivando a reutilização de água, a otimização dos sistemas de filtração e o controlo eficiente da utilização de produtos químicos.
No domínio energético, as metas definidas no Plano Nacional Energia e Clima 2030, aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º53/2020, incentivam a adoção de soluções que reduzam o consumo energético destas infraestruturas, como a utilização de energias renováveis, sistemas de recuperação de calor e equipamentos de elevada eficiência. Estas medidas permitem reduzir a pegada ambiental das piscinas e melhorar a sustentabilidade da sua operação.
Neste contexto, a inovação e o conhecimento técnico especializado assumem um papel determinante. Com mais de três décadas de experiência na área da qualidade da água
e gestão técnica de piscinas, a Ambiave tem vindo a desenvolver soluções que integram sustentabilidade, eficiência operacional e segurança sanitária.
A empresa aposta em metodologias avançadas de monitorização da qualidade da água, sistemas automatizados de controlo de parâmetros físico-químicos e ferramentas digitais de gestão que permitem otimizar os processos de tratamento e reduzir consumos
de água, energia e produtos químicos.
Segundo Norberto Noronha, responsável pela Ambiave, “a sustentabilidade das piscinas públicas exige uma abordagem integrada, onde a segurança sanitária, a eficiência energética e a gestão responsável da água são fundamentais para garantir infraestruturas
mais seguras e ambientalmente responsáveis”.
Desta forma, as piscinas públicas assumem-se cada vez mais como exemplos de gestão sustentável, onde o cumprimento das normas regulamentares, aliado à inovação tecnológica e aos princípios da economia circular, contribui para infraestruturas mais eficientes e alinhadas com os desafios ambientais atuais.
Piscinas públicas são infraestruturas críticas de saúde coletiva. Garantir água segura, manutenção rigorosa e cumprimento das normas legais não é opcional — é uma responsabilidade que protege vidas.

