A equipa do Varzim recebe este sábado, às 11h, o Mafra, em jogo da 2.ª fase da Liga 3. Na conferência de imprensa de antevisão, Nuno Capucho sublinhou que o foco tem de estar totalmente no jogo e na recuperação do ADN competitivo.
Capucho reiterou o que havia dito após a derrota frente ao Amarante, quando assumiu que “o sonho terminou”. Explicou que aquelas palavras refletiram o peso que atribuía ao encontro: “Aquele jogo era uma final. E numa final, quando perdemos, somos eliminados. Transmiti aquilo que senti naquele momento.” Ainda assim, deixou claro que não quer prolongar o tema das contas ou cenários: “Já chega de conversas relacionadas com isso. O que interessa é demonstrar amanhã o nosso ADN.”
Quanto ao adversário, o técnico destacou a força física e a agressividade do Mafra. “É uma equipa forte fisicamente, agressiva, bem constituída. Se não estivermos no nosso melhor nível, vamos ter problemas.”
Sobre a gestão do plantel, Capucho voltou a reforçar que todos contam. “Aqui o lugar não é de ninguém. Quem mostra que quer jogar é dentro do campo. O coletivo valoriza sempre o individual.”
Capucho terminou com a mensagem que marcou toda a conferência: recuperar o ADN competitivo que fez o Varzim acreditar no início da época. “De que adianta sonhar se contra o Mafra não formos uma equipa competitiva? Se perdermos essas pequenas coisas do nosso ADN, temos muitas dificuldades.” O Varzim é 5º classificado com 9 pontos, a 10 pontos do Amarante (1º), oito do Belenenses (2º) e sete da Académica (3º lugar que dá acesso ao play-off). Faltam seis jogos para terminar a competição.


