Combatentes da Póvoa lembram fim da Primeira Guerra Mundial

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O núcleo poveiro da Liga dos Combatentes, em parceria com a Escola dos Serviços, assinalou esta manhã o 101º aniversário do armistício que marcou o fim da Primeira Guerra Mundial.

Foi na Praça Marquês de Pombal junto ao monumento que homenageia os soldados deste conflito. Além das flores que ali se colocaram e das honras militares prestadas no início da cerimónia, o presidente do núcleo Fernando Zeferino aproveitou o momento para deixar algumas palavras.

“Ao ribombar aterrador dos canhões e ao matraquear cadenciado das metralhadoras, seguiu-se o sorriso calmo da paz. Era a assinatura do armistício, o final de uma guerra que deixou pelo caminho um rasto enorme de destruição”. Além dos milhões de mortos e deslocados em todo o mundo, “mais de 2 mil portugueses perderam a vida e 1500 ficaram incapacitados”.

Depois a paz veio mas só durou duas décadas: “A concórdia entre nações ficou à mercê de interesses e atropelos que fizeram com que a instabilidade fosse uma constante e com consequências nefastas. A segunda guerra e a do Ultramar são exemplo disso”, lembrou,.