Entre as novidades, o município destacou a melhoria de infraestruturas ao longo da frente costeira, com reforço da iluminação pública, instalação de novos módulos sanitários e intervenções nos acessos. O chefe de gabinete da Câmara Municipal, Alexandre Galiza, afirmou que o objetivo passa por “melhorar as condições que vocês têm para receber toda a gente”. Foi ainda criada uma nova zona balnear em Santo André, que este ano não terá bandeira azul por se tratar da primeira época.
No plano das concessões, mantém‑se a regra de ocupação de apenas um terço da praia com barracas e equipamentos, ficando os restantes dois terços para uso livre. Este enquadramento ganha especial relevância depois do esclarecimento recente que permite a colocação de guarda‑sóis fora das áreas concessionadas.
Ainda assim, a comandante da Autoridade Marítima, Mónica Martins, alertou para limitações práticas no terreno, nomeadamente a necessidade de garantir corredores de segurança junto à linha de água. “As pessoas vão achar que podem lá colocar o chapéu de sol. Não podem”, afirmou a comandante Mónica Martins, ao sublinhar que estas áreas devem permanecer livres.
Apesar de existirem planos integrados para otimizar recursos, a escassez de nadadores‑salvadores mantém‑se. Segundo Mónica Martins, “temos em falta 30 nadadores salvadores para iniciar a época balnear”, embora exista a expetativa de reforço com novos profissionais ainda em fase de formação. A responsável admite incerteza estrutural no setor: “enquanto não for profissionalizada esta carreira vai ser muito complicada”.


