Escuteiros de Rates assinalam 25 anos “a criar valores”

Nas suas Bodas de Prata, os escuteiros de Rates relembraram a sua história e fundadores. Apesar da celebração ter sido cancelada, a data foi assinalada pelos chefes.

 “Foram vinte e cinco anos a criar valores”. É este o balanço que o Agrupamento de Escuteiros de Rates faz no seu aniversário, celebrado na passada quinta feira, dia 15 de outubro. Nesta data, o Agrupamento 1072, com 68 elementos ativos, admite que todo o trabalho “mereceu a pena, aliás, mereceu muito a pena!”.

Desde 1995 que o Agrupamento se dispõe a “deixar o mundo um pouquinho melhor do que aquilo que o encontrámos” e, durante um quarto de século, tem convidado dezenas de jovens a viver as máximas escutistas, ou seja, “cumprir os seus deveres para com Deus, a Igreja e a pátria, auxiliar o seu semelhante em todas as circunstâncias, e obedecer à lei de escuta”, enumera.

Num texto para celebrar a ocasião, o 1072 aproveitou para realçar que certas crianças que participaram na fundação do agrupamento são agora chefes, o que mostra, afirma, que “o 1072 existe e está de boa saúde”.

Devido ao recém-anunciado estado de calamidade, a celebração marcada para sábado, dia 17 de outubro, teve de ser cancelada. No entanto, a data não passou em branco. Os chefes relembraram o fundador e primeiro chefe do Agrupamento, Albino Correia, que faleceu em 2016, com uma visita à sua sepultura e homenagem.

Há 10 anos, no 15º aniversário do 1072, o chefe afirmava que “muito mais espera de nós o futuro”, e é esse sentimento que o Agrupamento quer transparecer este ano. “Para um agrupamento com 25 anos de vida, não há impossíveis”, termina.