Sábado, Setembro 18, 2021
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    CDP com assembleia geral a 1 de setembro para analisar negócio com empresa angolana

    A discussão sobre o negócio imobiliário na ordem dos 13 milhões de euros que envolve o Clube Desportivo da Póvoa e a empresa angolana PEC – Projetos, Consultoria e Investimento, como o seu enquadramento no Plano de Pormenor da cidade da Póvoa de Varzim, conhecido por E54, é o único ponto da agenda de trabalhos da assembleia geral extraordinária, marcada para 1 de setembro, quarta-feira, às 21 horas, nas piscinas exteriores do clube.

    Rui Coelho, presidente da Assembleia Geral do Desportivo da Póvoa em exercício, convocou os associados para analisarem a questão após o conhecimento público de um alegado negócio de venda do património do Clube Desportivo da Póvoa, e na qual a empresa angola surge agora a reclamar da Câmara da Póvoa de Varzim 13,2 milhões de euros por não ter conseguido avançar com a construção do empreendimento.

    Na reunião do executivo da Câmara da Póvoa de Varzim do passado dia 20 de julho, o edil Aires Pereira divulgou a ação interposta pela empresa angolana contra o município Na altura, o presidente da Câmara disse não estar “nada preocupado” com o processo judicial. Preocupa-o, sim o Clube Desportivo da Póvoa (CDP) que, diz, a fazer fé nos documentos, poderá ter aberto mão de todo o património, “sem que os sócios soubessem”.

    Apesar dos contactos efetuados pelo MAIS/Semanário para se pronunciar sobre este tema, Caldeira Figueiredo, presidente do CDP, ainda não adiantou qualquer esclarecimento, facto que certamente ficará para a assembleia geral de 1 de setembro.

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