Como fazer uma mudança sustentável em 7 passos

Todos sabemos que fazer uma mudança de casa tem tanto de entusiasmante como de stressante.

Fazem-se planos, listas e tenta-se encontrar a forma mais eficiente para que tudo corra de maneira simples e rápida. No entanto, uma das questões que não se costuma colocar na equação no momento em que se planeia uma mudança é: qual o impacto ambiental que a minha mudança vai ter?

São muitos os objetos descartáveis e de utilização única que se usam numa mudança standard; a quantidade de plástico e de papel é imensa e muitos deles vão diretamente para o lixo.

A verdade é que, com uma estratégia e um planeamento com o devido tempo, é possível fazerem-se mudanças baratas sem estar a prejudicar (tanto) o planeta.

Para que a sua próxima mudança seja mais sustentável, de seguida apresentamos algumas ideias bastante simples!

1. Para fazer uma mudança sustentável, alugue caixas em vez de comprar novas

As caixas são elementos-chave numa mudança. Contudo, são um dos objetos que mais desperdiçamos e colocamos no lixo depois de uma mudança (raras são as pessoas que têm espaço suficiente em casa para guardar caixas e caixas).

Nos dias de hoje já existem companhias em Portugal como a Rent a box ou a moBox que têm um serviço de aluguer de caixas fortes e reutilizáveis para mudanças. Para além de serem muito mais resistentes do que uma caixa de cartão, que rasgam com facilidade, assim que terminar sua mudança poderá devolver as caixas e outras pessoas poderão utilizá-las a seguir. Eco-mudança!

2. Proteja os seus pertences e decoração mais frágil com tecidos em vez de papel de jornal ou plástico bolha

Este método “desperdício zero” é uma maneira criativa para embrulhar os seus pertences mais frágeis. Embale-os em toalhas, lençóis, cobertores, roupa ou toalhas que tem em casa. É uma maneira simples, eficiente e limpa para transportar esses objetos e também os tecidos que tem em casa: 2 em 1!

Se for necessário, na mesma, embrulhar papel em alguns itens mais pequenos, opte por reutilizar jornais. Caso não tenha em casa, pode pedir a família ou amigos (há sempre alguém que guarda os jornais e revistas em casa) em mesmo em papelarias locais ou empresas locais!.

3. Se realmente precisar, use material biodegradável

Se já utilizou todos os seus tecidos para embalar os seus materiais em segurança, pode também optar por adquirir uma alternativa biodegradável. Atualmente já há produtos muito semelhantes ao papel de bolhas. No entanto, pode não ser fácil encontrar em lojas físicas. Se realmente precisa deste material pode encomendar online, mas tenha a certeza que o faz com tempo.

4. Venda ou doe os objetos que iria deitar fora, para conseguir uma mudança sustentável

Inevitavelmente, vai sempre haver objetos dos quais se quererá ver livre quando começar a limpar os cantos à casa. Esta deve ser uma tarefa que deverá fazer com antecedência – 1 ou 2 meses antes – tanto para facilitar a sua mudança, criando mais espaço, como também para saber o destino destes.

Os objetos em bom estado e que acha que lhe podem valer algum dinheiro (sempre uma ajuda numa altura de mudança!) pode vender, tanto em plataformas online como em lojas de segunda mão de roupa, mobília, antiquários, etc.

Se preferir pode também doar tudo ou parte – aquilo que crê que pode ser mais difícil de vender ou que não tenha grande retorno económico, por exemplo. Faça uma lista de instituições em que confia e contacte para ver aquelas que mais precisam dos seus antigos objetos. Irá, sem dúvida, encontrar pessoas que deles precisam!

5. Recicle

A acumulação de lixo é inevitável numa casa. Ao esvaziar roupeiros, armários, gavetas e despensas vai sempre encontrar detritos que não poderá vender, doar ou dar-lhes uma nova vida. Neste caso, tenha sempre em mente que deve reciclar aquilo que é possível.

Um dos casos mais habituais numa mudança é ter em casa eletrodomésticos ou equipamentos eletrónicos que já não funcionam, por exemplo. Neste caso, é fundamental encontrar centros de reciclagem de eletrodomésticos e equipamentos eletrónicos perto da sua zona de residência e ir lá deixá-los. Muitas das suas partes podem ser reaproveitadas para criar novos equipamentos.

6. Planeie o que fará com a comida no congelador ou frigorífico

Sabia que 1/3 da comida mundialmente produzida é perdida ou desperdiçada? É um número assustador!

Infelizmente, numa mudança (especialmente numa que seja mais rápida e sem muita antecedência) descobre-se muita comida no congelador ou no frigorífico que é impossível de consumir por ser demasiada.

Pelo menos um mês antes de iniciar a sua mudança faça um inventário daquilo que pode ser consumido (há alimentos que têm um prazo de validade para congelação, atenção a isso) e comece a cozinhar aquilo que tem em casa em vez de comprar novas coisas.

Se descobrir aqueles enlatados na despensa ou alimentos que não foram abertos e que sabe que nunca vai comer opte também por os doar a instituições locais – ajuda quem precisa e terá menos coisas para mudar!

7. Para mudança sustentável, tente levar o máximo possível de cada vez (ou de uma vez)

Uma mudança vai sempre implicar uma deslocação com um carro ou uma carrinha – o que significa emissão de CO2 para a nossa atmosfera. Quanto menos deslocações fizer, mais o planeta agradece (e mais rápida e eficiente a mudança!). O ideal será levar tudo de uma vez, se possível. Neste caso, pode contratar transportadoras baratas que têm carrinhas suficientemente grandes para levar todo ou quase todo o recheio da sua casa.

Fazer uma mudança sustentável requer planeamento, mas também paciência e criatividade. Desfrute deste novo mindset na sua mudança de casa. Sentir-se-á bem consigo por estar a contribuir para um planeta mais verde!

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