Varzim focado em vencer contra o Nacional mas “sem armas” iguais para competir

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O Varzim vai jogar contra o Nacional, amanhã às 15h30 na Madeira, em jogo da 4ª jornada da II Liga.

Apesar de este ser um jogo difícil, visto que o Nacional tem uma equipa forte e com grande capacidade de ataque, o treinador da equipa alvinegra António Barbosa, garante que a equipa está focada em ganhar o jogo.

O treinador referiu, ainda que a deslocação da equipa à Madeira “exige, naturalmente, alguma adaptação fisiológica – à temperatura, à pressão atmosférica que é diferente, o próprio campo muitas vezes difere, também pela a questão do sono, pois vamos viajar à noite”, mas que são situações que a equipa terá que contornar, “no futebol, como tudo na vida, quando as dificuldades são acrescidas, temos que arranjar soluções para as ultrapassar”.

Assim, a equipa do Varzim está a “trabalhar bem, com intensidade e concentração”; o Nacional é um adversário extremamente difícil, com uma “equipa bem apetrechada a jogar em casa e que gosta de jogar e de fazer um futebol positivo. Principalmente em casa, gostam de circular por trás , são pacientes e, depois, obviamente fruto da velocidade que têm na frente e dos jogadores verticais e com qualidade, gostam de circular por fora e ganhar superioridade nos corredores laterais para depois procurar a finalização. Sabemos isso de antemão, criamos as nossas estratégias para contrariar o adversário, para criar o nosso jogo e para ir atras daquilo que queremos, ganhar em qualquer campo e há-de ser sempre assim”.

Com o mercado de transferências a fechar, o treinador foi questionado sobre a possibilidade de novos jogadores virem a integrar o plantel do Varzim. Com franqueza, António Barbosa respondeu que a equipa está à espera de reforços, porém há dois meses que não tem conseguido chegar “onde queria”, muito embora os esforços do presidente e da Direção do Clube. “as pessoas têm que perceber que as possibilidades que temos não são iguais às dos demais: são as possibilidades que temos, ponto final, parágrafo”.

O técnico adinatou: “Estamos dependentes do mercado, portanto percebam que são mais as limitações do que as possibilidades; reparem que nós atacamos muito bem o mercado, mas por algum motivo deixamos de conseguir chegar e aí, acho que os motivos são perceptíveis para todos. Ainda assim, há pessoas dentro do clube a fazer um esforço muito grande para termos maior possibilidade de ir à luta e de ter armas similares aos outros, mas teremos que aguardar o fecho de mercado para percebermos o que poderemos vir a ter”.