Esperança é o mote para marca de roupa de cerimónia poveira

1119

Cláudia Pinheiro é proprietária e fundadora de uma marca de roupa de cerimónias, a Risca de Giz, e diz que a sua empresa tem sido “muito afetada” pelo Covid-19: “Algumas cerimónias são canceladas ou adiadas quase diariamente”.

Mas Cláudia garante que o seu papel tem sido o de transmitir esperança aos seus clientes. “As pessoas não sabem se as cerimónias vão acontecer e sentem-se inseguras. Nós temos de apoiar os nossos clientes mostrando que estamos do lado deles. Realizem-se as cerimónias quando se realizarem, vão estar todos muito bem vestidos, nem que para tal seja necessário refazer aquilo que já estava feito”.

Há mais de uma semana que a empresa decidiu desmarcar todo o atendimento do atelier ao público, tendo em vista a proteção de todos os clientes e colaboradores. Para além do atelier, a Risca de Giz fornece grandes cadeias e lojas de retalho nacionais e internacionais, mas encontra-se tudo encerrado. Algumas empresas que colaboram e fornecem a empresa de Cláudia estão também fechadas mas, mesmo estando a laborar, a Risca de Giz não consegue escoar os seus produtos. A exportação, feita para países como Malta, Estados Unidos, Espanha, Alemanha, Holanda, entre outros, também não está a acontecer: “As lojas estão fechadas em todo o mundo e, mesmo que queiramos, não conseguimos expedir a mercadoria”, diz Cláudia.

Texto completo na edição desta semana. Enquanto decorrer o estado de emergência, pode aceder ao jornal em PDF gratuitamente, enviando o seu e-mail para geral@maissemanario.pt ou descarregar em www.maissemanario.pt